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RUAS DE PORTO ALEGRE

AVENIDA AMIR DOMINGUES

CEP 91712-130

Bairro Cascata

Criado pela Lei no. 10.776, de 1º. de dezembro de 2009. Local era conhecido como Estrada Embratel.

É a via que nos leva ao Morro da Embratel com suas tores, parte pequena com asfalta mal cuidado e maior parte é estreitíssima de chão batido. Dali se vislumbra a cidade e os entornos.

Na placa deve constar: radialista e repórter emérito.

Esta avenida presta homenagem a um dos ícnones do rádio rio-grandense:  Amir Macedo Domingues,  nascido em  Porto Alegre.

Em 1957, Amir foi convidado a participar do projeto de fundação da Rádio

Guaíba. Jornalística Caldas Júnior, como o Correio do Povo e a Folha da Tarde.

Na Folha da Tarde, começou como repórter policial e fez de tudo, até o

fechamento do jornal, em 16 de junho de 1984.

No Correio do Povo, foi repórter e, nos últimos  anos, integrou o corpo de editorialistas.

Amir Domingues iniciou sua carreira de repórter e locutor de rádio na cidade de

Cruz Alta, terra de Érico Veríssimo, aos 16, 17 anos de idade.

Depois, veio para Porto Alegre.

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COMPLEXO VIÁRIO TELMO THOMPSON FLORES

CEP – não tem número*

Bairro Centro Histórico

Criado pela Lei no. 11.901, de 1º… de setembro de 2015

*por ser um “complexo viário” com elevadas, sem moradia, não tem CEP.

Há um espaço público com este nome, chamado Largo Telmo Thompson Flores,na Av. Pe. Cacique sob o Viaduto  D. Pedro I, por proposição do vereador João Antonio Dib.

O vereador Nedel posteriormente propõe o mesmo nome ao Complexo ao largo da Estação Rodoviária.

Telmo Thompson Flores foi Engenheiro laureado e professor da Escola de Engenharia, foi diretor do DNOS por longos anos, com realizações conhecidas em todo o Estado, dentre os quais os diques de contenção das cheias do Guaíba e o muro da Mauá, hoje tão discutido. Thompson assumiu a prefeitura em 1969 a 1975.

 Fez obras como o Início da construção da I Avenida Perimetral, com os complexos do túnel e elevada da Conceição e o complexo do Largo dos Açorianos, os  viadutos Loureiro da Silva, na Duque de Caxias sobre a Salgado Filho, Imperatriz Leopoldina, na João Pessoa, Tiradentes, na Silva Só sobre a Protásio Alves, Dom Pedro I, na Borges de Medeiros, e Obirici, na Assis Brasil.

Na atualidade urbanistas e arquitetos fazem questionamentos a algumas de suas obras, pois atingiram nosso patrimônio histórico e cultural.

Esta é, como vemos, uma dupla homenagem, o que nossa lei coíbe; pois as nominações com o mesmo nome tem causado transtornos.

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ESTAÇÃO SÃO JOÃO

CEP - não tem*

Bairro São João

Criada pela Lei no. 11.603, de 9 de maio de 2014

Na placa deve constar: O precursor de Cristo.

Trata-se da Estação de embarque/desembarque na Estação da Avendiade Benjamin Constant, em torno do numero 97.

*por ser uma “estação”, logo o CEP é da rua.

São João é João Batista, de acordo com a Bíblia, batizou Jesus Cristo. Seriam primos, já que suas mães, Maria (de Jesus) e Isabel (de João Batista) seriam primas. João Batista era  seis meses mais velho do que Jesus, mas pavimentou o caminho pelo qual percorreria a grande figura do mundo das Igrejas cristãs.

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AVENIDA VILA SANTÍSSIMA TRINDADE

CEP  91160-800

Bairro  Santa Rosa de Lima

Criado pela Lei no. 10.921, de 24 de junho de 2010

Era a antiga Avenida 1999.

Na placa deve constar: Devoção maior da comunidade.

Começa com duas pistas, com arborização central,  na Avenida Elvio Antônio Filipetto para terminar estreita com pedras irregulares.

A nominação da Vila/Loteamento dos egressos da Vila Dique para esta nova comunidade foi escolhida em ampla Assembleia, sendo que se passa chamar Vila Santíssima Trindade e a principal via que corre ao largo também.

A origem está no catecismo da Igreja Católica que diz que “ o mistério da Santíssima Trindade é o mistério central da fé e da vida cristã. Só /Deus no-lo pode dar a conhecer, revelando-se Pai, Filho e Espírito Santo”.

Eis a relação originário e de fé que levou às pessoas a esta escolha.

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ESTAÇÃO DOM BOSCO

CEP – não tem*

Bairro São João

Criada pela Lei no. 11.481, de 10 de outubro de 2015

Na placa deve constar: Fundador da Congregação Salesiana.

Homenagem ao “pai e mestre da juventuide/////////’. Foi esta a aclamação de João Paulo II, para a sagração de São Dom João Bosco, njascido Giovani Melchior Bosco.

Sacerdote, focado na educação da Juventude.

*CEP é o da rua na qual está a Estadção.

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LARGO DOM VICENTE SCHERER

CEP 90810-255

Bairro Praia de Belas

Criado pela LEI Nº 7895, de 8/11/1996.

É o trecho que se estende do Parque Gigante ao Estaleiro Só, no Bairro Praia de Belas.

“Na placa deve constar: Cardeal-Arcebispo de Porto Alegre de 1947 a 1981”.

Foi uma proposição do Executivo, prefeito Tarso Genro.

Dom Vicente Scherer tem uma trajetória muito vinculada à nossa capital, muitas vezes teve atitudes controversas, como oposição ao governo de Brizola, ataques à Reforma Agrária e de apoio à ditadura, em contradição com muitas ações sociais desenvolvidas, em especial em relação à Santa Casa que o destacou.

Sua longeva no comando das ações da Igreja local, em especial em relação à Catedral Metropolitana Mãe de Deus.

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CEP – não tem*

Bairro Jardim Itu

Criada pela Lei no.11.544, de 7 de janeiro de 2014. Passagem Um que liga a rua Arnaldo Balvé e Paul Harris. Fica junto à Praça Finlândia.

*trata-se de “passagem”,

Na placa deve constar: Funcionário público exemplar.

O homenageado nasceu em Arroio dos Ratos e morreu em Porto Alegre. Nos anos 50 entrou para a Prefeitura da capital, trabalhando na construção de ruas, apontador e depois na chefia do Cemitério São João.

PASSAGEM OLMIRO DUARTE 

Você sabe o motivo para a sua rua ter o nome que tem? Aqui vamos contar um pouco do que sabemos sobre os nomes das ruas de Porto Alegre. 

Com o apoio de Adeli Sell e seu livro "Certas Ruas de Porto Alegre", você poderá descobrir um pouco mais sobre a nossa cidade.

PRAÇA DOUTOR BALTAZAR DE BEM

CEP 91320-200

Bairro Vila Jardim

Sem denominação por lei, segundo a Câmara.

Balthazar Patrício de Bem foi médico homeopata, farmacêutico, político e pecuarista.

Dizem que foi médico caridoso, kardecista .Castilhista, lutou em 1924 de fuzil na mão, alvejado, morreu em batalha, em 1924.

É uma praça com muitas árvores, formando uma ferrada com entrada e saída pela Rua Seival.

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PRAÇA JÚLIO PEREIRA NUNES

CEP – não tem

Bairro Restinga

Criado pela Lei no. 10.859, de 10 de março de 2010. Era a Praça 7307

O senhor Júlio nasceu em 1918 no Belém Novo. Foi comerciante na Vila Nova, depois na Edgar Pires de Castro, na Restinga.

Na placa deve constar: comerciante.

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PRAÇA NELÇO SANGOI

CEP

Bairro Centro Histórico

Criado pela LEI Nº 10.932, DE 14 DE JULHO DE 2010.  Era a Praça 1702.

Na placa deve constar: Companheiro Leão e Jurista Cristão.

Nelço Sangoi  - esta é a grafia – nasceu em Santa Maria, RS.

A ligação estreita da família com sacerdotes e religiosas impulsionou Nelço a

ingressar no seminário dos padres Palotinos.

Ao sair do Exército, foi trabalhar como entregador de produtos na empresa em

que sua mãe era sócia.

Em 1955 veio morar na  Avenida Amazonas, em Porto Alegre Adulto entrou

 Faculdade de Direito da UFRGS – em 1974.

 

Participou ativamente do Lions, envolvendo-se em muitas atividades beneméritas.

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PRAÇA HERBERT CARO

CEP 91720332

Bairro Teresópolis

Era a Praça "4", do Loteamento Vila São Caetano, no Bairro Teresópolis.

“Placa: Jornalista, escritor e tradutor emérito.

Herbert Moritz Caro nasceu em Berlim, naturalizado brasileiro; foi  tradutor, crítico de arte, música e literatura, ensaísta e jornalista . Teve participação ativa na  Editora Globo, além de deixar numerosas crônicas, ensaios e críticas na Revista do Globo, lembrado como um dos principais tradutores no Brasil de obras alemãs.

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PRAÇA MONTIVIDEU

Homenagem à capital de nosso vizinho Uruguai.

Fica na frente do prédio da Prefeitura - Paço Municipal.

Tem em seu centro a Fonte Talavera (de la reina), doada à municipalidade pela Sociedade Espanhola de Socorros Mútuos, obra do famoso ceramista Juan Ruiz de Luna.

Há ali o MARCO ZERO que mede as distâncias da capital a outras localidades.

Chama-se originariamente de Praça Municipal.

Na atualidade é margeada pela Rua Uruguai (antiga Rua dos Ferreiros), Av Sete de Setembro chamou-se Rua “Nova da Praia”, depois Rua da Alfândega e Av. Borges de Medeiros, que se prolongou até a Mauá neste século, antes se chamava Rua General Paranhos.

No lado oposto temos o prédio do Mercado Público.

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PRAÇA PAROBÉ

Na verdade Praça Pereira Parobé. Junto ao MERCADO PÚBLICO atual, com seu Terminal de ônibus refeito na dobrada do milênio. Remanescem as lojinhas com seus lanches rápidos do passado que lembra a arquitetura dali e do outro lado da Praça XV como terminal de bondes. Há fotos antigas em que carros são mostrados estacionados ali. Ela surge por obra do operoso prefeito Otávio Rocha que em 1925 que ali instalou um "charmoso logradouro ajardinado " nas palavras do jornalista e escritor Rafael Guimaraens. O nome é de um ilustre engenheiro, professor e político republicano - João José Pereira Parobé. Ali estacionavam os bondes vindos dos Bairros Navegantes e São João. Em 1835 o prefeito Alberto Bins que sucedeu Otávio Rocha depois de sua morte mandou fazer o abrigo dos bondes que ali permanece como referido. Em 1925, quando Otávio Rocha fê-la um jardim, transferiu-se para ali o Chafariz que estava a poucos metros dali, quase em frente ao Chalé. Em 1941 quando a enchente arrasou a Praça Parobé o Chafariz foi levado ao Parque Farroupilha onde está ate os dias atuais.

Nos primórdios da cidade ali havia a chamada Doca das frutas, com pequenos barcos que ali atacavam com produtos vindos do interior. Posteriormente esta área foi aterrada

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PRAÇA PAULO COELHO

Bairro Medianeira

CEP 90880120

Criada pela Lei 179 de 27 de dezembro de 1948, assinada pelo prefeito Meneghetti, homenageando o músico Paulo Coelho com uma Praça, na Avenida Carlos Barbosa, início das atuais Avenidas Porto Alegre e Terezinha, na época era Bairro Azenha. Hoje é Medianeira.

Paulo Coelho, músico, pianista e compositor de mão cheia. Terminava as noites depois de tocar em clubes, na Rua Nova, hoje Andrade Neves, num grupo de amigos no Restaurante Sul América. Muitas vezes tocava no Club dos Caçadores na mesma rua. O dono do Sul América  era o Ramon Alvorado. Paulo era o tipo boa praça, amigo do Paulo Gouvêa, autor de O GRUPO, onde relata histórias do Gordo, como era carinhosamente chamado. Morreu muitíssimo jovem, não tendo chegado aos 30. E a nominação se deu por uma ação de amigos para deixar a sua gratidão e homenagem ao jovem.

Esta praça se localiza na subida para o Cemitério Joao XXIII, antigo Estádio da Montanha, do Cruzeiro.

Paulo musicou Alto da Bronze, gravado por Elis Regina, com letra de Foquinha, Peri Azambuja Soares,

Elis canta, em

https://www.youtube.com/watch?v=VH6Ud1as-dU

Para saber mais

 

https://matinal.news/retrato-escrito-de-porto-alegre-alto-da-bronze-na-voz-de-elis-regina/

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RUA ANA ABRUZZI

CEP 91280-160

Bairro Mário Quintana.

Criada pela Lei no. 9.824, de 06 de setembro de 2005. Fica no Loteamento Verdes Campos, conhecida por Rua 2980. Liga a Rua Elton Volker com a Rua Erny Ludwig. Asfaltada.

Placa: Beneficente dos necessitados.

Foi desde muito jovem ligada à fé, participava de atividades variadas, realizando coleta de alimentos e ajudando aos mais necessitados.

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RUA ANTONIETA DE BARROS

PRIMEIRA DEPUTADA NEGRA DO BRASIL CRIOU O DIA DO PROFESSOR EM 1948

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

 

A trajetória de vida de Antonieta de Barros é admirável. Nascida em Florianópolis, em 1901, ela teve uma infância difícil. Após ser libertada da escravidão, sua mãe trabalhou como lavadeira e, para completar o orçamento, transformou sua casa em pensão para estudantes. O pai de Antonieta, um jardineiro, morreu quando ela ainda era menina.

 

Foi convivendo com os estudantes na pensão de sua mãe que Antonieta se alfabetizou. Aos 17 anos, entrou na Escola Normal Catarinense, concluindo o curso em 1921. No ano seguinte, fundou o Curso Particular Antonieta de Barros, voltado para a educação da população carente.

 

Antonieta também trabalhou como jornalista, sendo fundadora do periódico A Semana, que circulou entre 1922 e 1927. Por meio de suas crônicas, divulgava ideias ligadas às questões da educação, dos desmandos políticos, da condição feminina e do preconceito. 

 

Em 1934, na primeira vez em que as mulheres brasileiras puderam votar e se candidatar, filiou-se ao Partido Liberal Catarinense, elegendo-se deputada estadual. Uma das principais bandeiras de seu mandato foi a concessão de bolsas de estudo para alunos carentes. Ela exerceu o mandato até 1937, quando começou o período ditatorial de Getúlio Vargas. No mesmo ano, sob o pseudônimo Maria da Ilha, escreveu o livro Farrapos de Idéias.

 

Em 1947, após o fim da ditadura Vargas, ela se elegeu deputada novamente, desta vez pelo Partido Social Democrático, cumprindo o mandato até 1951. Antonieta nunca deixou de exercer o magistério. Ela dirigiu a escola que levava seu nome até morrer, em 1952. 

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RUA ÁLVARO ALVIM

CEP 90420-020

Bairro Rio Branco.

 Entre as ruas Paulino Teixeira e a Rua Santa Cecília. Entre mais de 180 ruas nominando médicos, esta nomina o Professor Álvaro Alvim, também médico. Médico radiologista que à sua época engatinhava esta nova especialidade.

O doutor Álvaro Alvim morreu vítima de problemas causados por aplicação de Raios-X aos 66 anos.

Para saber mais sobre este ilustre médico e professor, o leitor vai encontrar às folhas 22-4 do livro Ruas de Porto Alegre: Médicos homenageados com seus nomes. Também pode consultar o livro As Ruas de Porto Alegre de Eloy Terra, com um descritivo longo sobre sua trajetória, em ambos se faz referência a ele como o mártir da Medicina brasileira. É um carioca que nomina uma de nossas ruas.

CEP 90420-020

Bairro Rio Branco.

 Entre as ruas Paulino Teixeira e a Rua Santa Cecília. Entre mais de 180 ruas nominando médicos, esta nomina o Professor Álvaro Alvim, também médico. Médico radiologista que à sua época engatinhava esta nova especialidade.

O doutor Álvaro Alvim morreu vítima de problemas causados por aplicação de Raios-X aos 66 anos.

Para saber mais sobre este ilustre médico e professor, o leitor vai encontrar às folhas 22-4 do livro Ruas de Porto Alegre: Médicos homenageados com seus nomes. Também pode consultar o livro As Ruas de Porto Alegre de Eloy Terra, com um descritivo longo sobre sua trajetória, em ambos se faz referência a ele como o mártir da Medicina brasileira. É um carioca que nomina uma de nossas ruas.

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RUA ÂNGELO RAPHAEL FRIZZO

CEP 91280-240

Bairro Mário Quintana

Criado pela Lei 11.285, de 29 de maio de 2012

Era a Rua 2995.

Na placa deve constar: Imigrante empreendedor.

Ligação das Ruas Antônio Carlos Pereira de Souza e Verdes Campos. Asfaltada e em bom estado.

Imigrante que aqui chegou no inicio do século XX. Radicou-se em Jaguari  Ali desenvolveu uma indústria de cachaça.. Um de seus descendentes desempenhou papel importante no ramo imobiliário da capital.

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RUA ANTONIETTA BARONE

CEP 91280-237

Bairro Mário Quintana

Criado pela Lei no 11.288 de 29 de maio de 2012. Era a Rua 2993.

Na placa deve constar: Educadora emérita.

Natural de Porto Alegre,   origem austríaca.

Os mais de cinquenta anos de atividades ligadas ao ensino fizeram da professora  Antonietta Barone um dos ícones da educação e da cultura no Rio Grande do Sul.

Antonietta Barone fez o curso de pós-graduação na  Escola de Aperfeiçoamento Pedagógico, em Belo Horizonte, Minas Gerais. Ao retornar ao Rio  Grande do Sul, foi nomeada para o Instituto de Educação, sendo uma das fundadoras dos cursos  de Supervisores e Administradores de Educação.

Atuou em sala de aula por muitos anos, também tendo trabalhado na Secretaria de  Educação – SEC

Antonietta Barone foi fundadora e presidente do Conselho Estadual de Cultura.

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RUA ANTÔNIO BARATA

CEP 91787-670

Bairro Extrema

Criada pela Lei no. 11.146 de 26 de outubro de 2011. Era o antigo Beco Otaviano Pinto. Um abaixo-assinado suportou a mudança de nome deste logradouro.

Placa: Jornalista e escritor.

Liga a Estrada Extrema com a Estrada Armando Inácio da Silveira. Via estreita de chão batido, com pequeno trecho asfaltado. Área rural.

Antônio Newton Lopes Freire Barata. Nasceu no Pará. Estudou no rio. Aos 23, em Porto Alegre, trabalha no Diário de Notícias. Tradutor da Editora Globo. Colaborou com a Revista do Globo. Escritor de Literatura infantil. Sócio fundador da ARI. Militou no Jornal Estado do rio Grande, do Partido Libertador.

Na Prefeitura foi coordenador do tombamento Municipal e agente tributário.

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RUA ANTONIO DELAPIEVE

CEP 91280-163

Bairro Mário Quintana.

Criado pela Lei no. 9.818 de 02 setembro de 2005 Era a Rua 2982 do Loteamento Verdes Campos. Rua asfaltada, ligando a Rua Verdes Campos com a Rua Ana Abruzzi.

Placa: Líder e entusiasta do mercado de capitais brasileiro.

Enquanto corretor de fundos públicos, Antônio Delapieve teve intensa atuação, inclusive ocupando o cargo de Síndico e presidente da  Bolsa de Valores do Rio Grande do Sul, com destacada participação na transição da entidade de autarquia estadual para associação civil, exercendo também a presidência da CNBV (Comissão Nacional de Bolsas de Valores) . De sua gestão na  CNBV, cabe menção ao primeiro livro  didático sobre o mercado de capitais,

Foi conselheiro e  diretor de futebol do Sport Clube Internacional e  na SAT  - Sociedade dos Amigos de Tramandaí -  foi diretor e presidente. 

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RUA BARROS CASSAL

Bairros Floresta, Independência e Bom Fim*.

CEP 90035-030

Ela tem início na Avenida Voluntários da Pátria, quando dali até a Rodoviária a via se denomina Rua Emília Moraes de
Azevedo. Portanto começa no Bairro Floresta, para terminar no Bairro Bom Fim, na Avenida Osvaldo Aranha.

Teve nome de Beco do Barbosa, foi Rua Aurora para em 1916 passar a homenagear o jornalista e político nascido em Alegrete com marcante presença na política local.

No Bom Fim, frise-se, temos alguns nomes marcantes como é o caso do Dr. Barros Cassal, agindo sempre com honradez, coerência, tendo próximo a ele a Rua Thomaz (Thompson) Flores, morto em Canudos, em confronto com os seguidores de Antônio Conselheiro.

Independentemente de suas posições, eles abriram espaços e condições para estas homenagens.

Aquiles Porto Alegre em seu “Homens Ilustres do rio Grande do Sul” fala de ambos.

Quanto ao Dr. Barros Cassal, sabemos de sua luta contra o Império, na defesa da República, não aceitando os desmandos de Deodoro, sendo que foi ferido gravemente em 13 de maio de 1890 em plena Rua da Praia.

Dirigiu o jornal A Federação. Foi o primeiro delegado de polícia na República aqui no Rio Grande do Sul.

Assumiu o governo do Rio Grande do Sul em 1892.

Na Revolução de 93 se apartou de seus antigos parceiros, castilhistas, indo morar em Mato Grosso, morrendo ali em 1903, cinco dias antes de Júlio de Castilhos.

Ao passar a Avenida Farrapos, lado direito em direção à Avenida Alberto Bins, no numero 161 temos - num prédio antigo e que fora abandonado - o Assentamento 20 de novembro pelo Movimento Nacional de Luta pela Moradia, onde 40 famílias residem.

Já no lado oposto, no numero 220 temos a Igreja da Pompeia, com sua missão dirigida a povos migrantes.

Em seu numero 283 há a sede da CUT – Central Única dos Trabalhadores.

Em seu numero 416 há um prédio antigo com boa preservação.

A rua finalmente vai desembocar na Avenida Osvaldo Aranha bem defronte do majestoso prédio do Instituto de Educação  General Flores da Cunha.

*Começa no Bairro Floresta - da Voluntários da Pátria, passando a Av. Farrapos, Av. Alberto Bins, no início da Av. Cristóvão Colombo, passa todo o Bairro Independência, para depois da Irmão José Otão estar no Bairro Bom Fim.

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RUA  ANTONIO CARLOS PRESTES DE SOUZA

CEP 91280-243

Bairro Mário Quintana

Criada pela Lei no. 11.286, de 29 de maio de 2012. Era a Rua 2994.

Liga as Ruas Silvino Nedel e Rua Wilma Perpétuo.

Na placa deve constar: engenheiro, rotariano e cristão.

Nascido em 1930, na antiga Rua da Alegria, hoje General Vitorino. Morou na Rua João Telles. Aos 20 anos ingressou na Escola de Engenharia, ali se formando. Sempre atuou neste ramo, presidente e fazendo parte de várias entidades.; foi presidente da Copesul ,diretor da CGTEEE, rotariano, agraciado com vários prêmios e condecorações.

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RUA ARMANDO PEREIRA NUNES

CEP 91788-704

Bairro Restinga

Criado pela Lei no.10.858, de 22 de março de 2010. Era a rua 7303.

Na placa deve constar: Mecânico e motorista da Carris.

O senhor Armando nascido em 1918 no Belém Novo fez sua carreira na Carris, mecânico, motorneiro. Participante ativo de sua comunidade.

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RUA BONA GARCIA

Militante da democracia, presidente do Tribunal Militar, Secretário e gestor público

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

“Sinto orgulho de ter feito algo, de não ter sido omisso, alienado”, diz Bona Garcia em uma entrevista.

Militante e guerrilheiro, virou Chefe da Casa Civil (A. Brito),  secretário e gestor de governos ligados ao MDB, presidente de banco, presidente do Tribunal Militar.

Morreu de Covid, aos 74 anos de idade.

 

Bona, como era conhecido, foi chefe da Casa Civil no governo de Antônio Britto. Também trabalhou como executivo e diretor do Banrisul e foi presidente do Tribunal Militar do RS.

"Foi preso e duramente torturado durante a ditadura militar. Viveu como exilado político em países como Argentina, Chile, Argélia e França. Na anistia, retornou ao Brasil e formou-se em Direito. Teve sua carreira marcada no âmbito público. Começou atuando em Passo Fundo onde foi candidato a prefeito. Trabalhou também na Assembleia Legislativa e outros órgãos públicos.

A trajetória de Bona virou livro com a publicação da obra "Verás que Um Filho teu Não Foge a Luta". E também filme. Sob direção do cineasta Paulo Nascimento, a história de Bona e Célia, sua esposa, ganharam as telas com o longa "Em Teu Nome"

 

Para saber mais

https://sul21.com.br/noticias/entrevistas/2014/03/bona-garcia-sinto-orgulho-de-ter-feito-algo-de-nao-ter-sido-omisso-alienado/

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RUA CARLOS EDUARDO DE SÁ

CEP 91787864

Bairro Aberta dos Morros

Fica no Loteamento Lagos de Nova Ipanema II.

Criada pela Lei no.10.860, de 22 de março de 2009.

Liga a Rua Carlos Maximiliano Fayet e a Rua Alexandre de Gusmão.

Via com pedras irregulares, em bom estado, calçadas adequadas, área residencial.

Na placa deve constar: Exemplo de juventude sadia.

É uma homenagem de um lado ao jovem assassinado aos 22 anos de idade, de outro, um repúdio à violência.

Dudu como era conhecido, jovem, alegre teve sua vida ceifada pela violência urbana. Atos, passeatas e protestos foram parte de sua lembrança e repúdio à violência. Esta nominação será para sempre uma lembrança por uma cultura de

paz.

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RUA COMENDADOR CAMINHA

Bairro Moinhos de Vento

CEP 90430-030

Inicia na Rua Mostardeiro e vai até a Rua 24 de Outubro, desembocando na frene do antigo Cine Coral.

Mantém a pista de rolamentos com calçamento em pedra irregular e bem conservada. Ela margeia em curva um dos lados do Parque Moinhos de Vento – Parcão.

Caminha nunca foi “Comendador”. Antônio Pedro Caminha, nascido em São Francisco de Assis, NÃO na capital como há registros em um livro de nominações de rua, sendo que faleceu em Porto Alegre.

Tem sentido esta homenagem ao Sr. Antônio Pedro Caminha, pois era amente do esporte turfístico, sendo que ali havia o antigo Prado do Moinhos, tendo criado a Associação Protetora do Turfe, predecessora do Jockey Club.

Caminha foi deputado estadual e Coronel da Guarda Nacional.

Conforme os registros da Biblioteca da Câmara Municipal de Porto Alegre, não foi localizada legislação que denomine a Rua Comendador Caminha

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RUA DERLY FERREIRA DE PAULA

CEP

Bairro

Sem denominação por lei, segundo a CMPA.

(Há rua homônima no Bairro São Tomé em Viamão)…]

(Buscando as informações).

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PRAÇA CARLOS IVAHY PRESSER

CEP 91040-280,

Bairro Jardim São Pedro

Criado pela Lei no. 11.289, de 29 de maio de 2012. Era conhecida como Praça 3148.

Na verdade é um largo canteiro central da Avenida Carreiro da Fontoura.

Local bem arborizado, com rota de caminhada.

Na placa deve constar: Tabelião e líder cristão e comunitário.

Nascido em Porto Alegre, formado em Economia pela PUC-RS, trabalhando num escritório de contabilidade. Depois migrou para o 5º. Tabelionato. Foi fiscal de tributos federais, indo a Santana do Livramento. Também foi rotariano. Gostava de esportes e era gremista.

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RUA DÉA COUFAL

CEP - 91760-020

Bairro Ipanema.

Rua emblemática deste bairro, começa na Avenida Guaíba, atravessa a Coronel Marcos e termina na Cavalhada.

Casada com o engenheiro Oswaldo Coufal que fez de sua vasta propriedade com sócios um loteamento na região, chamando de Balneário Ipanema, porque ele e sua família passavam férias na Urca no Rio e ele era um apaixonado pela praia carioca.

Déa foi a segunda mulher de Porto Alegre a ter carteira de motorista, adorava andar em seu carro, mais rápido que sua carroça de cavalos que antes usara. Era famosa na época pela velocidade que botava em seu Ford 39.

Ela se chamava Déa Cézar de uma família de boas posses, cansando-se com engenheiro, como vimos, também com boas posses.

Mas eram idealistas e operativos em tudo.

Como várias pessoas da região que a conheceram, ela sempre elogiada.

Ao iniciar na Avenida Guaíba vem em pista única da Rua Cel. Marcos, para que os carros possam acessar a Praia de Ipanema. Ali há uma ciclovia.

É uma via asfaltada, com arborização irregular e ainda há um trecho antes da Cavalhada sem ocupação e com árvores.

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RUA DEROCY PERES DA PALMA

CEP 91550-113

Bairro Lomba do Pinheiro

Criado pela Lei no. 11.257, de 10 de abril de 2012 Era a Rua 6033.

Liga a Rua Nadja Maria de Paula e a Rua Orestes Garcia Antonelli.

Placa: Empreendedor.

Nascido em Jacuí/RS.

Ficou órfão aos 14 anos . De espírito aventureiro e irrequieto, aos 17 anos resolveu mudar-se para a cidade de Santa Maria/RS.  Mudou-se para São Paulo, onde permaneceu até 1960.

Sendo um empreendedor nato entrou para o ramo da venda  de imóveis, tendo adquirido uma imobiliária, em sociedade com seu irmão.

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RUA DOM ANTÔNIO CHEUICHE 

CEP 91788-122

Bairro Aberta dos Morros

Criada pela Lei no. 11.176, de 20 de dezembro de 2011. Era a Rua castrada 7011, do Loteamento Moradas do Sul.

Liga a Estrada da Costa Gama com a Rua Seno Antônio Cornely. Via de pedras irregulares. Residencial.

Bispo emérito da capital, ligado aos temas culturais, nasceu em Caçapava do Sul. Iniciou seus estudos em Alegrete. Cursou Teologia e Filosofia na Espanha. Fez Jornalismo na PUC. Fez estudos na Alemanha e na Ástria .Professor em Bogotá e Argentina. Bispo auxiliar em S. Maria, depois em Porto Alegre .Ativo na imprensa local e internacional. Participante de simpósios pelo mundo, em especial na A. Latina.

Placa: Bispo incentivador da cultura.

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RUA DONA ALZIRA

CEP 91110-010

Bairro Sarandi

Sem denominação por lei, segundo a CMPA.

Começa na Assis Brasil, corre quase em linha reta em paralelo, tanto que atravessa esta avenida por ser sinuosa, passa pela Avenida Baltazar de Oliveira Garcia, próximo ao Terminal da Assis Brasil, para desembocar na Avenida Sertório.

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RUA DONA CRISTINA

CEP 90830-560

Bairro Cristal

Sem denominação por lei

Liga a Rua Ursa Maior e a Octávio de Souza.

Via estreita, asfalto em estado precário, com calçadas muito estreitas e mal cuidadas.

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RUA DOMINGOS ANTÔNIO SARTORO

CEP 91120-480

Bairro Sarandi

Criado pela Lei 3.956/74 – Processo 1071/74.

Liga a Rua Pedro Moretto e a Avenida Souza Melo. A via era de pedras irregulares e foi coberta por uma capa asfáltica, em estado regular. Área residencial.

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RUA DONA ANA

CEP 91520-050

Bairro Vila São José

Sem denominação por lei.

Liga a Rua Borborema e termina sem saída para a Rua Condor.

Via asfaltada, estreita, regular, com problemas de calçadas.

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RUA DONA TEODORA

CEP 90240-300

Bairro Farrapos

Sem denominação por lei, segundo a CMPA.

Da Avenida Voluntários da Pátria até alcançar o Viaduto Leonel Brizola.

Mantem suas pedras regulares em bom estado. É uma das principais vias do Bairro, mas há muito lixo espalhado em algumas partes dela.

No passado fora uma estrada de ligação importante com Gravataí. A região é de baixada, alagada, com muito lamaçal que prejudicava sua trafegabilidade. Dona Teodora e do falecido Cunha eram os proprietários que vinham do Passo da Areia ao Caminho Novo.

Dona Teodora é homenageada por ser proprietária de terras da região e por ter doado partes para a municipalidade.

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RUA DORIVAL PINHEIRO

CEP 91180-539

Bairro Costa e Silva

 Sem denominação por lei, segundo a CMPA.

Trata-se de um estreito beco da Rua Pedro Deporte Ferreira ao Acesso Um, mal conservado.

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RUA DOUTOR CARLOS FLORES

CEP 91780-080

Bairro Belém Novo.

Sem denominação por lei, segundo a CMPA.

Na verdade se trata de Carlos THOMPSON Flores. Formado em Direito em 1865, foi presidente do Estado. Republicano, nomeado desembargador do Tribunal de Relação.

A família forma uma dinastia desde que o Dr. ( Luís) Flores (que nomina uma rua do Centro Histórico) casou-se com uma Thompson.

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RUA DOUTOR CASTRO DE MENEZES

CEP 91900-590

Bairro Vila Assunção*

*É a divisa com o Bairro Cristal.

Sem denominação por lei, segundo a CMPA.

Inicia na Bororó para terminar na Rua Dr. Barcelos.

Via com uma parte com pedras regulares e outra asfaltada, em estado bom. Via bem arborizada.

No número 155 temos o Hospital da Brigada Militar.

Médico clínico, chefe de Saúde da Brigada Militar.

Participou da instalação da primeira enfermaria da Brigada Militar em 1907.

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RUA DORVAL ELIMUS NERY

CEP 91240-570

Bairro Jardim Leopoldina

Criada pela  Lei 9.796/05

É uma rua estranha que da Rua José Ernesto Nedel até alcançar a Rua Zilah Totta passa estreita por um condomínio para  dali ser mais ampla até alcançar a Avenida Manoel Elias.

Presta homenagem ao “Seu Nery das Grades”, serralheiro profissional.

A demanda por sua nominação partiu dos moradores de seu Bairro.

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RUA DOUTOR CARLOS WALAU

CEP 91.040-633

Bairro Jardim Floresta

Sem denominação por lei, segundo a CMPA        .

Início na Rua Dr. Deoclécio Pereira, terminando na Rua Tito Chaves. Via estreita, de uma quadra,  com pedras irregulares e cobertura mal posta de asfalto. Estado precário.

Médico, professor, responsável pela construção do Prédio da Medicina da UFRGS.

Nascido no Brookling, N.Y., veio ao Brasil com 4 anos, naturalizou-se.

Formou-se no Rio, vindo a Porto Alegre em 1887.

Lecionou clínica e cirurgia em nossa Faculdade de Medicina.

Com outros médicos famosos atendeu a cirurgia a Júlio de Castilhos, que acabou falecendo.

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RUA DOUTOR CROÁ

CEP 91712-100

Bairro Belém Velho

 Sem denominação por lei, conforme a CMPA.

Júpiter Croá foi médico e veterinário do Exército e grande proprietário em Belém Velho; por isso a nominação se localiza naquele Bairro.

Começa na Rua Major Tito pra terminar no encontro com a Rua Ventura Pires.

É uma via asfaltada em estado precário, estreita, arborizada, residencial.

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RUA DOUTOR DIAS DE CARVALHO

CEP 91910-270

Bairro Tristeza

Sem denominação por lei, conforme CMPA.

Engenheiro, servidor municipal.

Foi diretor da Estrada de Ferro da Tristeza.

Razão pela qual esta via do bairro o nomina e homenageia.

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RUA DOUTOR ERNESTO LUIDWIG

CEP 91330-420

Bairro Chácara das Pedras

Sem denominação por lei, conforme a CMPA.

Professor de música e línguas; jurista, jornalista e político.

Ernesto Ludwig nasceu  na Alemanha e naturalizou-se brasileiro. Formado em Ciências Sociais e Jurídicas em Leipzig. Por ser contra a monarquia alemã, veio ao Brasil. Aqui percorreu Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina, vindo a radicar-se em Taquara, depois Porto Alegre.

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RUA DOUTOR MALHEIROS

CEP 90640-050

Bairro Santo Antônio

Sem denominação por lei, conforme a CMPA.

Via que liga a Rua Padre Vieira com a Avenida Oscar Pereira. Com pedras e partes de asfalto, este mal conservado.

Eugênio Pinto Cardoso Malheiros, Bacharel em Direito, procurador Fiscal da Fazenda Nacional. Formado em São Paulo, proprietário de terras, sendo que esta via atravessa sua antiga propriedade.

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RUA DOUTOR ERNESTO MIRANDA

CEP 91040-480

Bairro Jardim São Pedro

Sem denominação por lei, segundo a CMPA.

Tem início num beco sem saída, depois da Rua da Várzea para chegar  até a rua Deoclécio Pereira. Via estreita, com pedras irregulares e manchas asfálticas, mal conservada.

Presta homenagem ao médico humanitário, sociólogo, militar nascido na Bahia. Indicado por D. Pedro II para ocupar cargo  na Saúde do Exército como cirurgião. Passou por S. Paulo para chegar ao RGS, trabalhando em várias guarnições.

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RUA DOUTOR JOÃO INÁCIO

CEP Rua Doutor João Inácio

- até 660/661 - 90230-180

- de 662/663 ao fim -      90230-181

Bairro Navegantes*

·       Até a Ceará, dali até a Augusto Severo já é o Bairro São João.

Sem denominação por lei, segundo a CMPA.

Começa na Avenida Voluntários da Pátria e termina na Rua Augusto Severo.

Via com pedras regulares e alguns pontos com asfalto, este muito mal cuidado.

Nesta via havia por anos e anos a famosa Churrascaria Bom Gosto, vindo a fechar em 2021.

João Inácio Teixeira foi um bacharel em Direito, jornalista, republicano, deputado.

Sua chácara estava nos limites da chácara que fora de Margarida Teixeira de Paiva, com rua também ali chamada DONA MARGARIDA.

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RUA DOUTOR VEIGA CABRAL

CEP 91320210

Bairro Vila Jardim

Sem denominação por lei

Liga a Rua Itapema, como Passagem chega a Avenida Ipê. Esta “passagem” é uma incongruência de linguagem, pois segue sendo uma ruela mal conservada como começa.

(Não encontrados dados sobre o homenageado)

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RUA DOUTORA LUCILA LOPES

CEP  91790-310

BAIRRO Restinga.

Criada pela Lei no. 6.589/90.

Liga a Avenida Ignês e Fagundesw com a rua Nísia Floresta, de apenas uma quadra, de pedras em estado razoável

(Não há informações sobre a homenageada)

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RUA DOUTOR SALVADOR CELIA

CEP 91253-060

Bairro Mário Quintana

Criada pela Lei no. 11.622, 19 de maio de 2014. Rua cadastrada como 1922.

É a via que liga a Avenida Arroio Feijó com o entroncamento da Rua Irmão Faustino e Rua Pedro Jose Polidori.

É uma via asfaltada.

Na placa deve constar: Psiquiatra e professor.

Presta-se homenagem ao Doutor  Selador Antônio Hackmann Celia, nascido em 1940 e falecido em 2009

Formada em Medicina pela UFRGS, especializado em psiquiatria infantil, tendo estudado em Los Angeles. Foi Diretor do Instituto Kanner, foi professor da Ulbra , entre várias funções foi consultor da UNICEF.

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RUA ELAINE JUCHEM SELISTRE

CEP 91788-110
Bairro Aberta dos Morros

]Criada pela Lei no. 10.848, de 10 de março de 2010. Era a Rua 7032.

Liga a Rua  Wilson Luiz de Almeida e Rua Carlos Maximiliano Fayet. É uma via com pedras irregulares, em bom estado, com calcadas adequadas, área residencial

Na placa deve constar: mãe e líder católica exemplar.

A homenageada nasceu em 1918 em S. Sebastião do Caí…  Professora, diretora, incentivando atividades culturais.

Em Canguçu, com o marido, jurista reergueram a Igreja que encontraram em estado deplorável. }Em Porto Alegre foi ativa na (Igreja Nossa Senhora da Conceição. Sempre foi uma ativista religiosa, ligado ao credo católico.

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RUA DR. POTY MEDEIROS

CEP 90570-030

Bairro Moinhos de Vento

Localizada entre as Ruas Quintino Bocaiúva eOr.

Timóteo, no Bairro Moinhos de Vento.

Placa: Notável homem público.

Foi chefe de Polícia, deputado da UDN. Conhecido como conservador e de linha dura.

Aparece como personagem no romance “1935”, de Rafael Guimarães.

Pai do também delegado  José Antônio Leão de Medeiros.

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RUA EDIMAR TOLDO

CEP 91780-701

Bairro Ponta Grossa

Criado pela Lei 9.857/05, era o logradouro conhecido como

Beco I, Rua Quatro, Estrada Retiro da Ponta Grossa. É uma ruela de chão batido de uma quadra que liga a Rua Jofre Veríssimo a Rua J.

Fundadora do Enterro do Pobre.

Pela chamada da placa sabemos da importância de sua luta pela dignidade da pessoa humana e respeito a famílias pobres enlutadas que não tinham condições de enterrar seus entes queridos.

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RUA EMÍLIA DE MORAES DE AZEVEDO

CEP _ não tem registro*

Bairro Floresta**

Criada pela Lei no. 11.527, de 27 de dezembro de 2013

Logradouro conhecido como Rua 1539.

É a ligação da Rua Dr Barros Cassal até a altura da Rodoviária, via aberta na década de 2010.

Na placa deve constar: esposa e mãe admirável.

*não tem CEP registrado, até porque ao longo dela não há, até o momento, edificações.

**Quando dá nominação o Bairro registrado era Marcílio Dias: o que já era um equívoco da planta fornecida  pela PMPA.

É uma via asfaltada

Presta homenagem a uma senhora de firme postura ética e moral, esposa de Júlio de Castilhos de Azevedo( um dos fundadores da primeira rodoviária da capital), mãe do conhecido sócio da Estação Rodoviária de Porto Alegre, Walter Moraes de Azevedo

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RUA EWALDO SPELLMEIER

CEP 91755-026

Bairro Hipica

Criado pela Lei no. 10.809, de 8 de janeiro de 2010. Era a Rua 6437, no Loteamento Altos do Santa Rita.

Deve constar na placa: Líder comunitário.

Filho de agricultores nasceu em Estrela. Tinha a linha de ônibus Estrela-Muçum; foi também taxista. Ligado à Igreja Evangélica de Confissão Luterana do Brasil, fazendo ações sociais.

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RUA GIORDANO BRUNO

Bairro Rio Branco

CEP 90420150

Conforme os registros da Biblioteca, não há legislação que denomine esta via.

Esta via começa na Rua Cabral e termina na Avenida Protásio Alves.

Figura na planta de 1916 com este nome.

Presta homenagem como posta e envia o Gilberto Simon:

Giordano Bruno foi um teólogo, filósofo, escritor, matemático, poeta, teórico de cosmologia, ocultista hermético e frade dominicano italiano condenado à morte na fogueira pela Inquisição, nascido em 1548, em Nápoles, Itália. Morreu em 1600.

É uma via estreita como a vizinha Francisco Ferrer, também bem arborizada.

Em seu numero 259 há anos a loja/atelier Milka, grife de moda feminina famosa na capital.

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RUA IRMÃO ELVO CLEMENTE

CEP 91788-108

Bairro Aberta dos Morros

Criado pela Lei no. 10.814, de 8 de janeiro de 2010. Era a rua 7016

Liga a Rua Elaine  Juchem Selistre e a Rua Paulo João Rodrigues, correndo ao longo da Praça Ervino Besson.

Tem calçamento de pedras irregulares, em bom estado, com calçadas adequadas, zona residencial

Na placa deve constar: Professor Emérito.

É uma homenagem a Antônio João Silvestre Mottin – Irmão Elvo Clemente – nascido na Itália, em 1921. Fez seus primeiros votos em 1941. Formado em Letras, com doutorado pela PUC. Pós-doutorado em Filosofia em Salamanca, na Espanha. Presidiu o Conselho Estadual de Cultura, a Academia Rio-grandense  de Letras e participou de várias entidades. Professor destacado, Foi Reitor da PUC, com espírito ousado, mas sereno.

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RUA FRANCISCO FERRER

Bairro Rio Branco

CEP 90420-140

Conforme os registros da Biblioteca, não há legislação que denomine esta via.

Antes de tudo, a pronúncia correta é FerrÉr. Com É aberto por se tratar de um nome catalão.

Em 13 de outubro de 1909, foi fuzilado nos fossos da fortaleza de Montjuïc, em Barcelona, o pedagogo Francisco Ferrer Guardia (Francesc Ferrer i Guàrdia, segundo a forma catalã).

 Ferrer foi, talvez, o único educador condenado à pena de morte e fuzilado. Ainda que a acusação feita contra ele no tribunal militar tivesse sido a de mentor intelectual e incitador das revoltas populares em Barcelona, conhecidas como "Semana Trágica”, o processo contra ele deixa entrever que a criação da Escuela Moderna de Barcelona, em 1901, havia provocado os conservadores além do que eles podiam suportar.

Dados postados/enviados pelo Professor da PUC, Rodrigo Ghiringhelli de Azevedo.

Nosso historiador Sérgio da Costa Franco reafirma os dados acima, dizendo que em 1912, revistas as provas veio a ser inocentado das acusações.

Coincidentemente perto desta via temos a Giordano Bruno, no Bairro Bom fim, que também foi morto.

Esta via inicia, estranhamente, tem início na Rua Vasco da Gama, para ser interrompida, sem saída, iniciar depois na Rua Cabral e desembocar na Avenida Protásio Alves, bem defronte da nova edificação do Hospital de Clínicas.

É uma rua estreita, bem arborizada, essencialmente residencial.

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RUA HENRIQUE ANAWATE

CEP 91771000

Bairro Guarujá

Criado pela Lei no. 11.162, de 30 de novembro de 2011. Era a Rua 6315.

Na placa deve constar: Engenheiro, homem público e eminente professor.

É uma via sem saída, que se liga com a Avenida Altos da Serra no encontro com a rua Giorgio Negroni.

É asfaltada, em bom estado, longa. Margeia uma área residencial e de um dos seus lados ainda há uma mata.

Formado em Engenharia de Minas e Metalurgia, em São Paulo, com  pós-graduação em Administração de Empresas, pela UFRGS.

Devido ao seu currículo universitário, foi convidado para ser docente da Escola de Engenharia da UFRGS. Foi secretário de Estado nos governos de Walter Peracchi Barcellos e Euclides Triches,

Foi presidente da Companhia Brasileira do Cobre e diretor técnico da Aços Finos Piratini S.A. Foi um dos pioneiros do Grupo Gerdau e da Siderúrgica Rio-Grandense S.A., foi da  diretoria do Banco Regional de Desenvolvimento do Estado  Participou de várias entidades de classe, com muitas premiações.

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RUA IRMÃO FIRMINO BIAZUS

CEP 91788-116

Bairro Aberta dos Morros

Criado pela Lei no. 11.195, de 6 de janeiro de 2012. Era a Rua 7014, do Loteamento Moradas do Sul.

Liga a Rua Seno Antônio Cornely e a Rua Francesco Rosito. Via de pedras irregulares em bom estado.

Placa: Emérito educador marista..

Firmino Biazus nasceu 1934, em Flores da Cunha, sendo o   décimo segundo dos 15 filhos. do casal João e Maria; com ele mais 2 seguiram a vida religiosa.

Entrou no postulado marista, em Veranópolis. Graduou-se em Pedagogia pela  PUCRS. Estudou Teologia em Bruxelas. Passou por instituições de ensino em  Estrela; Canela; Porto Alegre, Viamão. Foi também diretor do Colégio Marista Rosário.

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RUA IVAN PEDRO MARTINS

Economista, jornalista e escritor

 

EXPOSIÃO DE MOTIVOS

Mesmo sendo de outro Estado, Minas Gerais, com passagem pelo Espírito Santo e rio de Janeiro, onde frequentou a Faculdade Nacional de Direito.

Nas décadas de 30 e 40 alterna residência no país e no exterior, já que foi perseguido pela ditadura de Vargas.

Publicas Fronteira Agreste, Caminhos do Sul, romances: Do campo e da cidade, contos.

“Caminhos do Sul” é um conto icônico sobre a nossa Guerra Civil de 1893

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RUA JOSÉ ALBANO VOLKMER

CEP  91410-180

Bairro jardim do Saldo

Era conhecida como Rua B, no Loteamento Toscana.

Criada pela Lei no. 11.581, de 19 de fevereiro de 2014

Na placa deve constar: Arquiteto, mestre, cristão exemplar.

Ela tem sua entrada no chamada CENTRAL PARK fazendo uma curva para correr, estranhamente, em paralelo a uma ruela chamada marta Costa Franzen. Ela tem pista com pedras regulares em partes e noutras tem asfalto.

Nascido em 1942, Formada em Arquitetura pela UFRGS, tornando-se professor e seu diretor por duas vezes. Foi presidente do IAB, CONFEA, do CREA etc.

Foi diretor do MARGAS, presidente da Fundação -CIENTEC e atuou na Metroplan. Também lecionou na Uniritter, na UFSM;

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RUA JOSÉ CARLOS BOHNE

CEP  91788-118

Bairro Aberta dos Morros

Criado pela Lei no. 11.200, de 6 de janeiro de 2012. Era a Rua 7013, do Loteamento Moradas do Sul.

Liga a Rua Seno Antônio Cornely e a Rua Francesco Rosito, por uma quadra, com pedras irregulares. Local residencial.

Placa: Economista emérito.

José Carlos Bohne nasceu em Camaquã/RS, Estudou  em  Novo Hamburgo.

Ali estudou até completar o curso de contador, a sua paixão foi a Economia.

Cursou a PUCRS –, da qual, posteriormente, se tornou professor. Na iniciativa privada, foi  Consultor de Investimentos. Escrevia artigos  na imprensa, tendo participado como convidado em dezenas de programas de rádio e televisão .Por vários anos foi conselheiro do Asilo Padre Cacique. Adorava praticar esportes náuticos.

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RUA JOAQUIM NABUCO

CEP 90050-340

Bairro Cidade Baixa.

Liga as ruas Joao Alfredo, um abolicionista, com a General Lima e Silva, um monarquista.

Rua asfaltada, arborizada em alguns trechos, com alguns bares e restaurantes, residencial.

Joaquim Nabuco foi um dos mais ardorosos e consequentes lutadores pela Abolição da escravatura no país, apesar de ser um monarquista.

É de sua lavra a frase: “Hei de devotar minha vida ao serviço da generosa raça negra”.

Escreveu um livro de memórias: “Minha Formação”; outro em homenagem a seu pai, chamado “Um estadista do Império”, um clássico da historiografia brasileira.

A Rua Joaquim Nabuco atravessa a Rua José do Patrocínio, outro grande abolicionista, este um defensor da República.

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RUA JOSÉ LA PORTA

CEP 90250288

Bairro Farrapos

Criada pela LEI Nº 10.914, DE 15 DE JUNHO DE 2010.

Liga a Avenida Frederico Mentz á Avenida Voluntários da Pátria, corre em paralelo a Rua Diógenes Arruda Câmara.

Na placa deve constar: Exemplo de Cidadão.

Proposição do vereador Mauro Zacher resgata trajetória vencedora de um homem que construiu o desenvolvimento desta Cidade

José La Porta nasceu na localidade de Catânia. Homem dedicado ao seu semelhante e às ações assistenciais, de coração generoso,  era reconhecido e lembrado pelo apelido “Seu Bepino”. Abriu o armazém La Porta

La Porta dedicava os sábados para  atendimento aos pobres, distribuindo alimentos, sempre sendo reconhecido pela sua filantropia e  preocupado com a comunidade. 

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RUA LIBÓRIO KUMMER

CEP 91280-233

Bairro Mário Quintana

Criado pela Lei no. 11.259 de 13 de abril de 2012. Era a Rua 2991.Liga as Ruas Me. Celina e Rua Antonio Carlos Pereira de Souza.

Deve constar na placa: seu lema era servir.

Nascido em Carazinho. Em Cruz Alta ingressou no Exército, tornou-se cabo, em 1960 concluiu o curso de Sargento, em Minas. Fez especialização no Rio, transferindo-se para Santa Maria. Em 1967, veio a Porto Alegre. Serviu também em São Leopoldo. Encerrou sua carreira em Roraima, como 1º. Tenente. Formou-se também em Engenharia. Rotariano, da associação AMAFLOR, do Jardim Floresta. Teve morte trágica numa travessia pela Assis Brasil.

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RUA LOBO DA COSTA

Bairro Cidade Baixa/Santana

CEP 90450-190

Esta via começa na Rua José do Patrocínio, cruzando a Rua Lima e Silva e a Avenida João Pessoa, para seguir até a Rua Inácio Montanha, nesta parte já pertencendo para o Bairro Santana.

A nominação foi por Decreto no. 49 de 1938. Antes ela se chamara 14 de julho, lembrando a queda da Bastilha. Este nome passou para uma rua no Bairro Boa Vista.

Para um jornalista e poeta boêmio e errante como o pelotense Francisco Lobo da Costa, falecido e achado morto numa manhã fria, depois de ter fugido no dia anterior da Santa Casa, num valo, quase nu, enregelado, segundo Aquiles Porto Alegre, em sua cidade natal.

Lobo da Costa circulou por Porto Alegre e outros lugares nesta curta vida.

Para lembrar o poeta errante, podemos ler:

 

SIMPLICIDADE

Duas crianças brincavam

Saltando pela janela,

E vendo vir duas vacas

À outra disse uma delas:

 

"Vês aquela vaca branca!

É a que dá leite Zezé."

- "E a preta?" Pergunta o outro.

- "A preta...dá o café."

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RUA MAURO GUEDES DE OLIVEIRA

CEP 91050-090

Bairro Jardim Lindoia

Criado pela Lei no. 11.123, de 9 de setembro de 2011.

Placa: Arquiteto emérito.

Começa num ponto sem saída para desaguar na Rua Guadalupe.

Pista com bom asfalto. Residencial. Ao lado, praça bem arborizada.

 

.

Claro representante da arquitetura moderna, Mauro formou-se na primeira turma  da Faculdade de Arquitetura do Rio Grande do Sul, em 1949, e, já no início dos anos 50, foi um  dos responsáveis pela implantação de tendências modernas nos projetos arquitetônicos realizados  à época, inspirando-se nas linhas, traços e técnicas de Oscar Niemeyer e Lúcio Costa

Venceu o concurso que selecionou seu primeiro projeto, o Hotel Atlântida, na praça  central do Balneário.  Vendeu outros concursos importantes.

Mauro Guedes sempre priorizou o bem-estar das pessoas e, como consequência disso, a funcionalidade dos seus projetos. Dizia que a beleza era uma decorrência da funcionalidade.

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RUA NESTOR JOSÉ NITSHCKE

CEP 91771021

Bairro Guarujá

Criado pela Lei 11.148, de 3 de janeiro de 2012. Era a Rua 6450, do Loteamento Caminho do Sol.

É uma via sem saída, asfaltada.

Placa: Cristão piedoso e solidário.

Nestor José Nitschke foi um homem que soube amar e o fez profunda e intensamente. A sua bondade era característica. Foi escoteiro quando menino.

 Era contador pela PUCRS –, profissão que exerceu até se aposentar. Católico praticante, era membro assíduo do

Movimento de Cursilhos da Cristandade – MCC, atuando  n a Pastoral de Auxílio Comunitário ao Toxicômano –  Pacto – e na Irmandade do Arcanjo São Miguel e Almas. 

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RUA MARCELO GAMA

Bairro São João

CEP 90540-041.

Fica denominada Marcelo Gama a atual Rua Barão de Santo Ângelo – agora, nomina Rua no Moinhos de Vento - que parte do entroncamento das ruas Benjamin Constant e Cotegipe e se prolonga até a Av. Chicago, no 4º. Distrito. Hoje, ela termina na Rua General Couto de Magalhães.

Atualmente a via permanece em quase toda a sua extensão com pedras regulares, mas com algumas manchas de asfalto que a descaracterizam, inclusive em mau estado.

É o que consta de Decreto 190/30 do Intendente Alberto Bins, de, 9 de janeiro de 1930.

Marcelo Gama frequentador dos cafés do nosso Centro Histórico era na verdade Possidônio Coimbra Machado de Mostardas.

Poeta simbolista, jornalista, dramaturgo, cronista muito conceituado, sendo considerado um dos grandes nomes de nosso simbolismo com Eduardo Guimaraens.

Fundou em Porto Alegre o quinzenário Artes e Letras em 1898, e a revista A Lua, em Cachoeira do Sul, em maio de 1900. Era redator do Jornal da Manhã em 1908 quando Eduardo Guimaraens veio ao jornal para tentar publicar seu soneto Aos Lustres, que foi inicialmente rechaçado por ser o autor considerado jovem demais para ter escrito algo de tamanha qualidade.

Um erro brutal de avaliação. Mas quem não erra em apreciações?

Foi membro fundador da Academia Rio-Grandense de Letras.

Morreu no Rio de Janeiro, ao cair do bonde, nos trilhos do Engenho Novo

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RUA MARCO AURÉLIO ARGEMI

CEP 91787859

Bairro Aberta dos Morros

Loteamento Moradas do Sul.

Criada pela Lei no. 11.106, de 28 de julho de 2011. Era a Rua 7038.

Placa: Empresário e político.

Marco Aurélio Argemi nasceu em 1951, na cidade de

Uruguaiana .

Cursou o primeiro e o segundo graus ainda em sua cidade natal.  Aos 24 anos, iniciava uma nova carreira, como corretor de imóveis, na zona sul  de Porto Alegre.

Foi diretor do Departamento Municipal de Habitação – DEMHAB – na  administração de Alceu Collares como prefeito do Município de Porto Alegre e, quando esse foi governador do Estado, foi sub-chefe da Casa Civil para Assuntos do Interior e diretor financeiro  da Companhia Rio-Grandense de Saneamento – CORSAN.

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RUA OLINDA PRESTES

CEP 91770-713

Bairro Serraria

Criado pela Lei no. 11.258, de 13 de abril de 2012. Era conhecido como Beco 1, na Vila dos Sargentos.

Na verdade é um beco estreito e sem calçada.

Na placa deve constar: artesã e líder comunitária

Olinda nasceu em 1950, tendo atuação comunitária, dedicando-se a ações locais, tendo sido delegada do Orçamento Participativo e da Associação de moradores da Comunidade Santa Cruz.

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RUA OLÍVIO KOLIVER

CEP  91770-218

Bairro Espirtio Santo

Criado pela Lei no. 10.923, de 24 de junho de 2010. Era a Ria 6322. Liga a Avenida Serraria com a rua João Brusa Netto, numa pista de pedras regulares em bom estado.

Na placa deve constar: Contador emérito.

Olívio Koliver foi professor, doutor em contabilidade, auditor e economista, tendo uma fecunda vida laboral de cátedra, como professional, especialmente de auditoria e contabilidade, além de ter sido escritor.

Festejado e premiado foi um Contador emérito.

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PRAÇA PAULO JOÃO PAULO I

CEP 90040-350

Bairro Santana

Criada pela Lei no. 4783/80, de 25 de setembro de 1980.

Praça delimitada pelas ruas Vieira ele Castro e Santa Terezinha e Avenida Jerônimo de Ornelas.

Placa: Deixou-nos, num pontificado breve, muito importante e um sorriso terno.

João Paulo I - Albino Luciani – foi Papa por 33 dias.  Tornou-se rapidamente conhecido na Cúria Romana pelo apelido de "Papa do Sorriso", por sua afabilidade.

Foi proclamado Venerável na sessão ordinária da Congregação para a Causa dos Santos no dia 7 de Novembro de 2017 sendo a última etapa antes da beatificação.

Foi o primeiro Papa desde Clemente V a recusar uma coroação formal, cerimónia não oficialmente abolida, ficando a cargo de o eleito escolher como quer iniciar seu pontificado.

Antes de ser Papa, Luciani foi Patriarca de Veneza e não tinha ambição alguma, nunca tendo sonhado em ser papa. Foi o primeiro Papa a nascer no século XX. Seu nome papal duplo foi uma homenagem aos seus dois antecessores, Paulo VI e João XXIII.

O Papa Francisco reconheceu, em 13 de outubro de 2021, um milagre atribuído à sua intercessão, sendo este o passo final no processo de beatificação

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RUA RUTH TOTTA

CEP 91788100

Bairro  Aberta dos Morros

Criada pela Lei no. 11.315, de 12 de julho de 2012. Era a Rua 7010, no Loteamento Moradas do Sul.

Ligação das Ruas Seno Antônio Cornely e Rua Pedro Farias. Pista de pedras irregulares, em bom estado, local residencial.

Na placa deve constar: Professora evangelizadora.

Ruth de Mattos Totta, filha de Octavio Xavier Totta e Judith Mattos Totta, nasceu  em Porto Alegre.

Iniciou o magistério na cidade de São Jerônimo, teve uma brilhante carreira de

professora, lecionando em escolas públicas da Capital e   trabalhou na 1ª Delegacia de Educação.

Ruth era uma católica fervorosa, com participação em retiros espirituais e em

grupos de oração e de reflexão a ajudava no fortalecimento de sua fé.

RUA PADRE ARTHUR MORSCH

CEP 91788-120

Bairro Aberta dos Morros

Criado pela Lei no. 11.216, de 15 de fevereiro de 2012. Era a Rua 7012 no Loteamento Moradas do Sul. Liga a Rua Seno Antônio Cornely e Rua Francesco Rosito. É uma via de pedras irregulares.

Placa: Idealizador do Instituto de Desenvolvimento Cultural.

Padre Morsch nasceu em  1911, formou-se em Medicina, para depois, movido pelo chamado de  sua vocação sacerdotal, ingressar no Seminário dos Padres Jesuítas, em Pareci Novo.

 Cursou Letras Clássica e Filosofia. O padre Arthur Morsch, preocupado com a boa imprensa, fundou, juntamente  com Alaor Antônio Wiltgen Terra, a revista “Cultura e Fé”, lançada pelo IDC, em 1978, como  primeiro instrumento na realização desse objetivo.

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RUA PEDRO ARNIMO RECH

CEP 91550-112

Bairro Lomba do Pinheiro

Criada pela Lei no 11.124 de 16 de setembro de 2011. Era a Rua 6042.

Liga a Rua Wlater Emílio Schneider e a Avenida Chácada das Nascentes.

Placa: Agricultor.

Pedro nasceu em 1922, em e Arroio do Tigre. No trabalho, realizou-se como um vencedor. Na família, realizou-se como pessoa, pleno de dignidade, um semeador de afetos que transcenderam o âmbito familiar.

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RUA PORTO FELIZ

CEP 90220-332

Bairro Floresta*

Desde a  Lei Nº 12.112, de 22 de Agosto de 2016 não existe mais o Bairro Marcílio Dias. Assim, esta via é no Bairro Floresta.

Criada pela Lei no. 11.133 de 22 de setembro de 2011. Era a Rua 1052, do Loteamento Voluntário da Pátria. Via paralela à Avenida Voluntários da Pátria e Av. Pres. Castelo Branco.

Placa: Rua dos lares felizes!

Porto Alegre é boa para morar e viver. Mas não para todos, infelizmente.  Quando se é um morador de sub-habitação, sem as mínimas condições de  recursos estruturais, sem a mínima condição de uma vida digna para si e para a família, não se  pode pensar em alcançar a felicidade..

Assim é que conseguiu viabilizar moradia digna para os então moradores da Vila  dos Papeleiros, Numa demonstração de que esse objetivo está sendo alcançado, na Rua conhecida  como 1052 – Loteamento Voluntários da Pátria –, um grupo de moradores organizou-se por meio de um abaixo-assinado, para denominar a rua em que passaram a residir.

O nome e a chamada da placa sinalizam o espírito daquela conquista.

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RUA RUY CHEUICHE FERREIRA

CEP  91220-680

Bairro Jardim Itu

Criada pela Lei no. 11.510, de 4 de dezembro de 2013.

Era conhecida como Rua Treze Parque do Arvoredo.

Na placa deve constar: médico veterinário cristão.

Liga a Avenida Paula Soares e a Rua Walir Zottis.  Tem uma quadra, é asfaltada, algumas árvores, calçada em estado bom.

Trata de homenagear o veterinário que se formou na UFRGS, chegando a diretor-presidente do Laboratório Noli, um dos maiores fabricantes de vacinas contra a febre aftosa no país.

Participante ativo da ADCE – Associação dos Dirigentes cristãos de Empresas.

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RUA SENO ANTÔNIO CORNELY

CEP 91788-112

Bairro Aberta dos Morros

Criado pela Lei no. 10.915, de 15 de junho de 2010.  Era a Rua 7033.

Via de pedras irregulares em bom estado.

Vem da confluência da Rua Elaine Juchem Selistre e Wilson Luiz de Almeida para chegar a um ponto sem saída.

Na placa deve constar:  Um homem, um profissional, um ser humano.

Esta qualificação foi feita pelo Professor Jorge Krug, do Serviço Social da UCS.

Soa um tanto estranho.

Nascido na comunidade de Lomba Grande, filho de agricultor/pedreiro foi seminarista. Formado em Serviço Social na PUCRS. Por suas ideias, foi perseguido politicamente.

Levada seus alunos da sala de aula ao mundo real das comunidades, criando e participando de eventos na sua área.

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RUA SEZEFREDO NUNES

CEP 91788-702

Bairro Restinga

Criado pela Lei no. 10.815, de 8 de janeiro de 2010. Era a Rua 7302.

Sezefredo Nunes nasceu em Belém Novo, na capital. Trabalho a vida toda na Bromberg, loja tradicional no Centro Histórico, sem deixar de se dedicar as artes, como o desenho e a pintura.

Na placa deve constar: Artista plástico.

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RUA SÃO JOSEMARIA ESCRIVÁ

CEP 91410470

Bairro Jardim do Salso*

·         Da Rua Joaquim Porto Villanova ao final está já no Bairro jardim Carvalho. No caso já estamos no interior das instalações da CEEE.

Criada pela Lei no. 9.774, de 29 de junho de 2005. Esta via se estende da Rua Prof. Cristiano Fischer para encontrar  A Rua Joaquim Porto Villanova, porque o encontro com a Rua Sylvio Freitas se dá no interior das edificações da CEEE.

Placa: Sacerdote – fundador do Opus Dei.

A Opus Dei é a 1ª. prelazia pessoal da Igreja Católica. Sua fé, humildade, persistência são lembrados pelo Paulo Paulo VI, João Paulo I, cardeais e políticos.

Deixou muitos escritos. É considerado por parte da Igreja e da sociedade a sua expressão mais conservadora.

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RUA SEPÚLVEDA

Bairro Centro Histórico

(JOSÉ MARCELINO DE FIGUEIREDO)

É a mesma pessoa!

Por razões políticas de perseguição - nome falso - ele saiu de Portugal com este segundo nome e às vezes mais se fala neste do que no primeiro, nome real e verdadeiro.

Otávio Rocha mandou denominar a "avenida" central que sai do Pórtico do Cais Mauá, em q925.

A avenida foi implantada a partir de 1912, em área do aterro para a construção do cais do porto (Avenida Mauá), ligando este à Praça da Alfândega.

Estupidamente, em 14 de março de 1883 seu nome foi alterado pela Câmara Municipal para Praça Senador Florêncio, em homenagem ao político e senador do Império, falecido em 1881, Florêncio Carlos de Abreu e Silva.

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RUA SILVINOI NEDEL

CEP 91280-247

Bairro Mário Quintana

Criado pela Lei no. 11.317, de 12 de julho de 2012. Era a Rua 2997

Na placa deve constar: Servidor público exemplar.

Nascido na Vila Feliz em São Sebastião do Caí, em 1912, com os pais acabou indo a Linha Butiá, então Santa Rosa. Fiscal da Fazenda, acabou indo a Cerro Largo; em 1952 veio a Candelária. Passou por vários municípios, vindo à capital.

Silvino é pai do ex-vereador João Carlos Nedel de Porto Alegre.

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RUA TOBIAS DA SILVA

CEP  91220-680

Bairro Jardim Itu

Criada pela Lei no. 11.510, de 4 de dezembro de 2013.

Era conhecida como Rua Treze Parque do Arvoredo.

Na placa deve constar: médico veterinário cristão.

Liga a Avenida Paula Soares e a Rua Walir Zottis.  Tem uma quadra, é asfaltada, algumas árvores, calçada em estado bom.

Trata de homenagear o veterinário que se formou na UFRGS, chegando a diretor-presidente do Laboratório Noli, um dos maiores fabricantes de vacinas contra a febre aftosa no país.

Participante ativo da ADCE – Associação dos Dirigentes cristãos de Empresas.

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RUA ZIGOMAR FRANCISCO ZANIN

CEP 91160-816

Bairro Santa Rosa de Lima

Criado pela Lei no. 10.992, de 24 de junho de 2010. Era a Rua 1998.

É ligação da Avenida Bernardino Silveira Amorin e Avenida Vila Santíssima Trindade. Pista com bom asfalto, mas problemas de calçadas.

Na placa deve constar: Grande benemérito da comunidade.

 “Zigo”, nasceu em São João da Urtiga.

Vindo a Porto Alegre começou a labutar na  Melson Tumelero, com sua irmã, Zigomar deixou estas  atividades  para iniciar seu próprio negócio, na área de materiais de construção.

Zigomar faleceu no dia 3 de maio de 1996, com 39 anos de idade, em sua casa.

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RUA WALTER PORTO FILHO

CEP 91280-143

Bairro Mário Quintana.

Criada pela Lei no. 9.830, de 23 de setembro de 2005 Era a Rua 2983, Loteamento Residencial Verdes Campos. Liga a Rua Erny Ludwig com a Rua Pastor Alberto Bantel. Asfaltada.

Placa: Advogado e benfeitor comunitário.

 

Formado em Direito pela PUC, Walter  trabalhou por 15 anos no mercado de capitais, mas depois ingressou na carreira jurídica no Banco do Brasil e depois na carreira administrativa da Justiça do Trabalho. Também mantinha escritório com a esposa, advogada.

Participante ativa da Paróquia Nossa Senhora de Lourdes e prestava atividade pro-bono na Creche lar São Domingos.

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RUA ZEFERINO DIAS

Bairro Sarandi

CEP 91130-480

Nominação criada pela Lei 434 de 07 de agosto de 1950, sancionada pelo Prefeito Ildo Meneghetti.

Era chamada de Estrada Velha do Sarandi. Fala que era próximo ao quilômetro 11 da Avenida Assis Brasil.

Sai da Avenida Assis Brasil para depois de longo curso desembocar na mesma Avenida Assis Brasil, já na divisa com o Passo d’Areia. Ela cruza a movimentada Avenida Sertório.

Zeferino Dias, segundo o médico Telmo Kruse, era o mais antigo comerciante do então chamado Passo do Mangueira. Tinha uma farmácia próximo à Igreja Cristo Redentor.

Foi com Frederico Diehl, Telmo Kruse, a pedido de Jahyr Almeida um dos fundadores do Hospital Cristo Redentor.

Sua filha Dona Alzira

Tinha os filhos Zeferino Dias filho e Honório Silveira Dias

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RUA WALTER E EMÍLIO SCHNEIDER

CEP 91550-118

Bairro Lomba do Pinheiro

Criada pela Lei no. 11.151, de 8 de novembro de 2011. Era a Rua 6032. Liga a Rua Nadja maria de Paula a Avenida Chácara das Nascentes.

Placa: Oleiro e agricultor.

Nasceu em 1920, em Brochier/RS. Começou a trabalhar com a família na agricultura.

No Exército Nacional  permaneceu durante cinco anos,  aprendeu o ofício de ferrador, sendo promovido a cabo.

De volta à vida civil, comprou parte de uma olaria, na localidade de Brochier.

Acrescentando à atividade oleira a agricultura e a pecuária.

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RUA WILMA PERPÉTUA

CEP   91280-235

Bairro Mário Quintana.

Criado pela Lei no. 11.316, de 12 de julho de 2012. Era 2992.

Via que liga a Rua Libório Kummer e numa curva vai dar na Rua Antônio Carlos Pereira de Souza.

Deve constar na placa: Mãe e professora dedicada.

Wilma Perpétuo nasceu em Peçanha (Minas Gerais), destacando-se como professora, sendo uma ferrenha defensora de seus  pensamentos políticos.

.Acompanhando o esposo, veio morar no Rio Grande do Sul

Foi professora dedicada de português em escolas de Porto Alegre e

Canoas, como no Colégio da Paz, na Congregação La Salle, na Escola Maria Auxiliadora, no Colégio Espírito Santo e na Escola Estadual Carlos Chagas.

Para Wilma, cultivar amigos estava em primeiro lugar. Muitas foram as amizades que cultivou entre alunos e colegas das escolas que lecionou.

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SANTUÁRIO NOSSA SENHORA MÃE DE DEUS

CEP 91712-701*

Bairro Vila Nova

Pela Lei no 11.532 de 1º. De janeiro de 2014 passa a ser declarado Monumento Arquitetônico e Religioso.

Aqui, erros e incongruências se somam.

As pessoas se referem ao local como “morro da Glória, o que confunde com o Bairro, em outros lugares aparece como Bairro Belém Velho, mas é na verdade no Bairro Vila Nova.

É um monumento religioso que faz parte do roteiro de Turismo Religioso da capital. Do local se tem uma vista de 360 graus alcançado do Centro Histórico até a Restinga e vastos espaços além dos limites da capital.

É uma homenagem à Padroeira de Porto Alegr4e, cujo nome é também o da Catedral Metropolitana.

*CEP que corresponde ao no. 400 da Rua do Santuário.

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VIADUTO SÃO JORGE

CEP – não tem*

Bairro Partenon

É o viaduto da III Perimetral que cruza a Avenida Bento Gonçalves. Ligando as Avenidas Salvador França e Avenida Coronel Aparício Borges.

Na placa deve constar: Santo católico popular.

*Não existe CEP por se tratar de um equipamento onde não há moradias.

São Jorge nasceu na Capadócio e morreu em Roma.

Jovem tribuno em Roma. Como cristão era considerado subversivo pelo Imperador. Foi morto, decapitado com uma espada.

A lenda do guerreiro que matou o dragão  ganhou popularidade e persiste até os dias atuais. Dali que saem as procissões em sua homenagem, estando no calendário oficial em data próxima a 23 de abril.

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RUA MÁRIO PEDROSA

PLACA – Intelectual e político de grandeza, escritor, jornalista e crítico de arte

 

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

 

Senador da República e ex-ministro do Tribunal de Contas da União Mario nasceu na cidade de Timbaúba, cidade do interior do Pernambuco, no ano de 1900

No ano de 1913, deixou sua cidade para estudar na Europa, foi enviado para estudar no Institut Quinche, em Lausanne na Suíça, onde ficou até 1916.

 

No retorno para o Brasil, mudou-se para o Rio de Janeiro - então capital do país - foi estudar Direito na Faculdade Nacional de Direito (FND) instituição vinculada a Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Na graduação teve seus primeiros contatos com o marxismo em um grupo de estudos organizados pelo professor da instituição, Edgardo de Castro Rebello. Formou-se na universidade no ano de 1923.

Viveu em São Paulo e trabalhou como redator de política internacional no jornal Diário da Noite e produzia artigos de crítica literária.Filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro (PCB) no ano de 1926.

No dia 7 de novembro de 1927, foi enviado para a Rússia, onde faria um curso na Escola Leninista Internacional, em Moscou, mas adoece ao chegar na Alemanha, onde se estabelece e passa a militar contra os nazistas.

 Fez cursos sobre filosofia, estética e sociologia na Universidade Humboldt de Berlim.

Em 21 de Janeiro de 1931, ao lado Lívio Xavier, Fúlvio Abramo, Aristides Lobo e Benjamin Péret fundou a Liga Comunista ligada à Oposição de Esquerda Internacional Em 3 de setembro de 1938, em Périgny (França), Mário Pedrosa representou várias partidos operários da América-Latina no Congresso de Fundação da Quarta Internacional, com o pseudônimo de Lebrun, onde foi eleito para o Comitê Executivo Internacional (CEI) da IV Internacional

 

Ao retornar do exílio, após o fim do Estado Novo, tornou-se crítico de arte do Correio da Manhã (1945-1951). Posteriormente, de O Estado de S. Paulo (1951-1956), Tribuna da Imprensa (1951-1956), Jornal do Brasil (1957-1961) e, novamente, do Correio da Manhã (1966-1968), em todos eles tendo período em que escrevia sobre política na seção opinativa. Nunca, porém, abandonou a militância política, conciliou-a como sua atividade jornalística.

 

Voltando ao Brasil de seu segundo exílio, que ocorreu entre 1970 e 1977, passou a defender a criação de um partido socialista. Em 1980 participa da fundação do Partido dos Trabalhadores (PT).

Incentivador dos movimentos concretista e neoconcreto

Em suas atividades como crítico de arte, destaca-se como diretor Mário Pedrosa além de incentivador do movimento concretista e da poesia concreta, tendo escrito textos teóricos sobre o novo movimento literário e sido um defensor de "primeira hora" deste movimento, foi "mentor" e "porta-voz" (Amaral, 2001: 51-56) da vanguarda carioca" do neoconcretismo, afastando-se do "objetivismo e racionalismo do movimento dos anos 50".

 

Homem de origem e trajetória política marxista e trotskista, Mário Pedrosa se afastou da concepção engajada de arte, predominante em parte da esquerda nos anos quarenta a sessenta do século XX e "surpreendeu ao valorizar a arte abstrata e os problemas de percepção da forma".

Rigorosamente moderno, foi admirado pelos jovens artistas de 1950 e advogou "a causa de uma possível tradição construtiva no Brasil". Dado isso, Mário Pedrosa foi, conforme define Otília Arantes, o crítico do movimento concretista.

Arte e política

Mário Pedrosa, defensor de que a arte e a política são as duas formas mais elevadas da expressão humana, propunha, consequentemente, que a única postura que se possa ter diante delas é a do engajamento militante e crítico como homem, mas advogando sempre a plena liberdade da produção artística.Mário envolveu-se nestes dois universos desde a juventude, sendo amigo pessoal e cunhado do poeta surrealista francês Benjamin Péret, seu parceiro em muitas atividades políticas.

Marcelo Mari descreve a evolução do pensamento de Pedrosa sobre a relação Arte e Revolução Social no século XX:

Esta sua postura que exigia "toda liberdade à arte" impregnou a II Bienal Internacional de Arte de São Paulo (1953), que trouxe para o Brasil Guernica, de Pablo Picasso, como obras dos principais mestres da vanguarda artística daquele momento: surrealistas, cubistas, futuristas italianos e abstracionistas, como Paul Klee, Mondrian, Alexander Calder, Edvard Munch, Marcel Duchamp e Juan Gris.

A Bienal de 1953 apresentou ainda uma sala especial em homenagem ao pintor ítalo-brasileiro Eliseu Visconti, considerado por Mario Pedrosa como o "inaugurador" da pintura nacional.[63] Afirmava Mário Pedrosa: "com as paisagens de Saint Hubert e de Teresópolis, Visconti é o inaugurador da pintura brasileira, o seu marco divisório. Nasce uma nova paisagem na pintura do Brasil. Ninguém na pintura brasileira tratou com idêntica maestria esse tema perigoso da luz tropical”.

Vinte anos depois Mário Pedrosa, em seu exílio no Chile, durante o governo de Salvador Allende (1970-1973), fundou em Santiago o Museu da Solidariedade, um dos mais importantes do país.O acervo continha de mais de cinco mil obras de arte, entre as quais peças de artistas como Alexandre Calder, Miró, Soulages e Picasso.[68] Elas foram doadas por estes artistas graças ao prestigio pessoal de Mário Pedrosa no mundo artístico internacional.[69] Ao mesmo tempo colocou em contato militantes brasileiros exilados no Chile, anteriormente ligados à guerrilha, com o trotskista argentino Nahuel Moreno, de onde surgirão a Liga Operária e a Convergência Socialista.

 

Seus escritos e suas reflexões sobre arte e estética o tornam um dos grandes pensadores brasileiros e orientam até hoje muitos artistas de vanguarda no Brasil. A premissa de que a arte tem um potencial libertário e revolucionário em si e não como propaganda de posições políticas se alastrou em seus escritos no jornal Vanguarda Socialista. Pedrosa era homem múltiplo, como bem disse a crítica de arte Aracy Amaral.

Mário Pedrosa, abstração, tradição local e concretismo

Apesar de engajado em um projeto político socialista, Mário Pedrosa foi contra a arte do chamado realismo socialista, pois considerava, por exemplo, que toda pintura é abstrata, postulando que não é "a maior ou menor fidelidade da representação externa" que determinará "a maior ou menor qualidade estética".

 

Pedrosa foi um incentivador de movimentos de vanguarda como o concretista e neoconcretismo e a poesia concreta brasileira desde o seu início, na década de 1950, tendo sido um dos poucos críticos de arte que a acolheram bem, por representar um diferencial na arte brasileira

 

Autor de importantes escritos teóricos como Poeta e Pintor Concreto (1957), sobre o novo movimento literário é defensor de "primeira hora" do concretismo.[76] No entanto, desde o início preocupou-se com a questão de procurar unir a "brasilidade", a "tradição cultural" e um certo "localismo", a uma arte mais "universal", como a abstrata e o concretismo, estes dois pouco aceitos pela velha-guarda do modernismo brasileiro. Por isso, vê na pintura de Alfredo Volpi uma conciliação destes dois aspectos, considerando-o como "o mestre brasileiro" de nossa época, distinguindo-o, como o artista concretista e abstrato, dos poetas concretistas de São Paulo.

Torna-se posteriormente 'mentor' da "vanguarda carioca" do neoconcretismo e afasta-se do "objetivismo e racionalismo do movimento dos anos 50". Pedrosa, embora não tirasse os méritos da vanguarda paulista e considerasse os cariocas "quase românticos", lança as bases que permitiram aos neoconcretistas produzir sua contestação ao primeiro concretismo. Considera Mário Pedrosa que a tendência expressiva que se encontrará nestes artistas, à exemplo da pintura de Kandinsky, é a origem de toda a arte, e que a união da sensibilidade com a inteligência teria produzido as obras de arte "mais vivas" da modernidade .

Um dos maiores intelectuais do país merece ser lembrado nas principais cidades do país.

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TRAVESSA DOUTOR MARCHANDO

CEP 90880070

Bairro Medianeira

Sem denominação por lei, conforme a CMPA.

Liga a Rua Teixeira de Carvalho e a Avenida Cel. Gastão H. Mazeron.

(Não encontrados dados sobre o homenageado)

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RUA PINHEIRO MACHADO

Bairro Independência

CEP 90035-180.

É uma curta rua que faz a ligação da Independência e a Tiradentes, em curva. É de um simbolismo muito grande, pois foram duas figuras corajosas de nossa História.

É uma rua asfaltada em bom estado, com um passeio em parte com pedras portuguesas e similares.

O senador é também homenageado com nome de um  município gaúcho na zona sul do RS.

José Gomes Pinheiro Machado foi um dos mais influentes políticos da República Velha. Era conhecido como "o condestável da República" e símbolo da "política dos governadores".

Ele passava longe do que hoje se conhece como “baixo clero” dos nossos parlamentos, apesar das defesas das políticas dos governadores, estava longe de ser um lobista. Era homem de ideias e ideais. Tendo se debatido em muitos momentos  com Rui Barbosa.

Para o cidadão da atualidade é quase impossível entender esta figura mítica do Estado. Larga a Faculdade de Direito em São Paulo e vai aos 16 anos à Guerra do Paraguai.

Formado em Direito, acaba sendo um dos maiores tropeiros deste país, lembrando em parte a história do “Senhor República”, o alagoano Teotônio Vilela. Fez fortunas tropeando no lombo de um cavalo e fazendo outros tropear por ele. Criador, negociante de mulas, essencialmente.

Teve papel importante na Revolução Federalista, ao lado dos legalistas de Júlio de Castilhos, ficando longe de alguns castilhistas, por caráter e jeito de ser.

Foi diferente de seu pai monarquista, Pinheiro Machado foi um defensor da República, talvez influenciado pelo tio materno, o Dr. Venâncio Aires (que nomina via importante na Cidade Baixa.

Mesmo com sua posição no comando de tropas em combate, nunca usou farda, nem usou bombacha. Pelo contrário, usava roupas sempre elegantes.

Mesmo tendo defendido os autoritários florianistas, tinha certa discrição em certos embates. E isto não o fez um autoritário como alguns tentam apresentá-lo. Teria sido um homem muito respeitoso, mesmo sendo bom com armas brancas e de tiro.

Depois de um embate e escaramuças no Senado, negou-se sair pelas portas de fundo, saiu de cabeça erguida pela porta da frente, mesmo sendo ameaçado de morte. Atravessou pelo meio da turba, entrou no carro e teria dito:

”Vá pela Avenida. Não tão devagar que tomem como provocação, nem tão depressa que pensem que estou com medo”.

Foi assinado pelas costas, pois o assassino teria dito que pela frente não teria sido capaz de mata-lo.

Acusado de ter ajudado a tratar do assassinato de Prudente de Moraes. Mas não era deste tipo. Chamava para um duelo, como fez com Edmundo Bittencourt que levou um tiro e quase morreu.

Apoiou Hermes da Fonseca para vencer Rui Barbosa.

Meses antes de ser assassinado em entrevista a João do Rio dissera: "Morro na luta. Matam-me pelas costas, são uns 'pernas finas'. Pena que não seja no Senado, como César...”. Foi no Hotel dos Estrangeiros depois de uma sessão no Senado.

O nosso A Federação abria a matéria deste modo, aqui:

“Tombou o gigante...”

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RUA JULIO LA PORTA

Livreiro, “Xerife” da Feira do Livro

 

EXPOSIÇÃO DE MOTIVOS

 

A sua fama foi grande não só entre os livreiros e especialmente pelos anos que foi o “xerife” da Feira do Livro a badalar seu sino/sineta, uma tradição que se mantém.

Ganhou uma escultura icônica na Rua da Praia em sua homenagem.

O sino feito em basalto sanguíneo pelo escultor João Bez Batti pesa 200 quilos e foi instalado na Rua dos Andradas, em frente à Caixa Econômica Federal. A pedra que deu origem à escultura já inaugurada pesava cerca de uma tonelada e foi encontrada por Batti no Arroio Tega, em Caxias do Sul. “Levamos três dias só retirando a pedra, o trabalho todo levou três meses”, conta Batti. O artista acredita que é uma honra ter um trabalho seu homenageando ao Xerife e o evento. “Nunca sonhei em ter uma escultura minha em homenagem à Feira”, conta.

Ver mais em

https://www.jornaldocomercio.com/site/not_esp.php?codn=178498

 

José Júlio La Porta, o “xerife” da Feira do Livro de Porto Alegre faleceu aos 80 anos.

Um dos personagens mais conhecidos da Feira do Livro, era La Porta que, com seu sino, anunciava a abertura e o encerramento do evento.

 

no Jornal do Comércio, no caderno JC Feira do Livro:

 

Júlio la Porta, o guardião dos livros

Quando o xerife Júlio La Porta atravessa a Praça da Alfândega, tilintando o sino, é porque está aberta a Feira do Livro de Porto Alegre. Desde 1972, este é o ritual da maior feira literária a céu aberto do mundo.

La Porta, que começou a trabalhar como livreiro e distribuidor de livros em 1965, acabou envolvido na organização de feiras de livros em escolas e mais tarde passou a integrar a comissão organizadora da Feira na Câmara Rio-Grandense do Livro (CRL). Mas o cargo de xerife veio por acaso, com a idéia sugerida pelo então presidente da Câmara, Maurício Rosenblatt, que a tinha trazido da Europa. “Rosenblatt ficou encantado quando viu, em uma pequena cidade européia, que as pessoas eram chamadas para saber das novidades com o toque de um sino”, comenta La Porta.

 

Bater o sino na inauguração, como forma de atrair o público, foi idéia de La Porta. E embora soasse como brincadeira, a sugestão foi levada a sério por Rosenblatt, que mandou fabricar o sino e, no dia da abertura da Feira do Livro de 1972, surpreendeu La Porta. “É pra hoje, às 17h”, disse, entregando-lhe o sino. “Foi uma surpresa pra todos, alguns olhavam assustados, outros batiam palma, foi um sucesso que repercutiu na imprensa”, explica La Porta. Foi assim que surgiu a figura do xerife: aquele que abre e fecha a feira todos os dias, um verdadeiro guardião dos livros.

 

Mas a participação de Júlio La Porta na Feira do Livro de Porto Alegre é muito  maior. Ele também trabalha na organização e sempre foi muito exigente com a montagem e a manutenção, cobrando a pontualidade dos funcionários e expositores. “O título de xerife veio com o tempo, já que eu era chamado para resolver os diversos problemas na Feira, conta. E afirma que nem ele sabe direito como essa personagem se tornou tão forte.“Eu passo caminhando pela Feira, todos me cumprimentam, e muitas vezes nem sei quem são as pessoas”, diz. Um orgulho dele: 100 por cento de presença. “Tenho orgulho de nunca ter faltado um dia na Feira”, afirma. Lembranças, tem muitas. “A primeira experiência que tive foi quando uma senhora, que estava entrando na Feira, se assustou com a presença de um homem, que segundo ela era mal-encarado. Ela pediu pra chamar o xerife pra prender o homem, pensando que eu era uma autoridade policial”, conta.

Além disso, o xerife também caminha pela feira para detectar e ajudar a resolver os problemas, de expositores ou visitantes. Ele próprio é proprietário de uma banca na Praça da Alfândega há seis anos, mas trabalha apenas por hobby. Sua paixão mesmo é a Feira. “A feira é um ponto de encontro de amigos, que muitas vezes passam meses sem se ver. “Quero ainda poder contribuir para o O uso do sino na Feira foi idéia do xerife crescimento da Feira”.

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